sexta-feira, 5 de abril de 2024

M.F Origens

 Antes da ascensão de Artiskan, quando o cosmos era apenas um suspiro no vácuo primordial, os Elementos primordiais dançavam em um turbilhão de possibilidades. Era uma sinfonia de fogo, água, terra e ar, uma dança cósmica que ecoava em meio ao vazio.

No vácuo eterno da existência, O Vazio, o antítese de tudo o que é conhecido e sagrado. Não era criação, não era divindade, era a negação de todas as crenças e esperanças. Era de vontade é implacável, com uma única diretriz que o guia na escuridão eterna: a aniquilação daquilo que não é sua essência.

Via os mundos, estrelas e almas agitando-se com vida e propósito, cegos para essa presença sombria. O abismo que observa, esperando, à medida que as chamas da criação dançam em sua efêmera beleza. Cada oração, cada sonho, cada prece é um eco vazio, perdido em meio à sua ausência.

Alimentando-se do esplendor que nega, consumindo o que é real em uma fome voraz. Cada lampejo de esperança, cada raio de fé, sucumbe diante da sua vontade irresistível. O universo se contrai diante dele, suas forças desesperadamente se agarrando à vida que flui entre seus dedos trêmulos.

Mas saibam, que sua existência é um paradoxo. Enquanto ele se alimento de sua realidade, era moldado por sua resistência. Vocês o definem ao lhe negar. Enquanto anseiam pela luz, criam a sombra que ele é.

E assim, continua. O devorador das coisas que vocês valorizam, o observador silencioso do espetáculo cósmico. Seu desejo implacável persiste, e cada ato de negação fortalece sua influência sobre o tecido do universo. Ele é O Vazio, a antítese que desafia o equilíbrio entre criação e destruição. E, no fim, quando o último sussurro de vida se extinguir, ele permanecera, a testemunha solitária daquilo que já foi. 

Artiskan, o Deus Singular, emerge como um farol de transcendência e significado um contraponto marcante a O Vazio. Com um único olho radiante, ele observa o universo, iluminando os cantos mais escuros da existência. Seu olhar é um portal para a verdade interior, revelando o propósito e a essência de todas as coisas.

Seu nome "Artiskan" é uma fusão das palavras "arte" e "conhecimento", simbolizando a crença de que a criação é um ato divino e o entendimento profundo é uma expressão da divindade. Artiskan é o guardião das histórias cósmicas, o arquiteto dos destinos entrelaçados e aquele que guia as almas através das tapeçarias do tempo.

A existência de Artiskan não é uma luta contra o desconhecido, mas um equilíbrio necessário. Seu propósito é preencher os espaços entre os mistérios, trazendo luz e significado à vastidão. Seu poderoso olho enxerga além das aparências superficiais, revelando a verdadeira natureza da criação e oferecendo uma visão que transcende as incertezas.

Artiskan personificando a busca pela compreensão e beleza intrínseca ao universo. Seu nome é um lembrete constante de que a arte, o conhecimento e a visão profunda são formas de conexão com o divino, tecendo uma narrativa de esperança e propósito dentro do tecido do cosmos, alheio à existência do O Vazio.

E nesse recessos do tempo, na sinfonia cósmica que tecia os fios da criação, os Elementos primordiais dançavam em sua coreografia etérea. Das trevas emergiu o primeiro filho, Belthur, portador do mistério e das profundezas desconhecidas. Sua presença lançou as bases da existência, um lembrete constante de que toda luz nasce com as sombras.

Então seu irmão gêmeo, Sil Gililiath, a luminescência em forma divina, alçou-se da escuridão. Seu olhos irradiava claridade, dissipando os véus do desconhecido que Belthur havia trazido. Kililiath, o filho do ar, entrou em cena, tecendo uma dança celestial entre a luz e as trevas, conectando mundos com sua suave respiração.

Ulmir, o nascido da água, fluiu com graça e vida, preenchendo os espaços moldados pelos elementos anteriores. Seu fluxo sereno inspirou a vida a surgir, dando início a um novo capítulo na história do cosmos. Assunain, a chama criadora, trouxe consigo o impulso ardente da transformação. Das cinzas e da energia, formas começaram a tomar vida.

Por fim, veio Caliz, a personificação da terra sólida, erguendo pilares firmes para sustentar tudo o que se formava. Seu toque definiu fronteiras e proporcionou um solo fértil para as sementes do futuro. A sinfonia dos Elementos primordiais se completava, uma dança perfeita de escuridão e luz, movimento e estabilidade, transformação e criação.

E no centro de tudo, erguendo-se como o guardião de toda essa maravilha, estava ele, Artiskan, o Deus Singular. Seu olho único contemplava essa magnífica tapeçaria, cada fio e traço, cada elemento entrelaçado em um todo harmonioso. Sua visão transcendia os mistérios e limites, abraçando a essência de cada filho e o propósito que eles traziam ao mundo.

Através da ordem dos Elementos, a criação encontrava equilíbrio. Trevas e luz, ar e terra, fogo e água, cada um desempenhando seu papel vital. E assim, o propósito a se revelar, dar continuidade a essa sinfonia divina, guiando-a para um destino que ainda estava por nascer, um destino que traria significado e harmonia a tudo o que foi criado.

E Assim á éons atrás, o caos subjugado, e no espaço vazio entre as realidades, eles forjaram Magiandros, o planeta que se tornaria a morada de vida e magia.

As três luas se formaram nos céus de Magiandros, cada uma delas com uma essência única. Sil Gililiath, a Estrela Alva da Manhã, criou uma estrela chamada Lumiandros com a ajuda de seu pai, Artiskan. Essa estrela iluminou o mundo recém-formado, revelando suas criações.

No entanto, os Filhos de Artiskan logo perceberam que o poder que haviam usado para ordenar o planeta havia tomado forma nos Primeiros Elementais, entidades poderosas feitas das forças primordiais. Esses seres começaram a devorar a essência elemental que permeava Magiandros e suas luas. As primeiras luas, Triluna e Luminastra, foram devastadas, e os elementais consumiram todo o cristal elemental que nelas existia.

Artiskan, preocupado com o rumo dos acontecimentos, pediu a seus filhos que controlassem suas criaturas. Sil Gililiath sugeriu a erradicação completa dessas criaturas, enquanto Belthur, o Guardião das Trevas, as recolhia para o Plano das Trevas.

Artiskan, olhando com compaixão para as criaturas que haviam surgido do poder que ele compartilhara com seus filhos, disse: "Não as destruam. Elas são parte de vocês. Controlem-nas e ensinem-nas a viver em seus planos. Elas carregam a essência da ordem que trouxemos a este mundo."

Assim, os Filhos de Artiskan se afastaram pela primeira vez de seu pai e foram para os cantos mais profundos de seus planos, levando consigo muitas das criaturas que encontraram. Uma nova era começou em Magiandros, onde as criaturas moldadas pelos poderes elementais explorariam e buscariam compreender os mundos que lhes foram dados.

Nos Reinos Primordiais, os Filhos de Artiskan manifestaram seu domínio sobre os elementos, moldando e guiando os elementais que habitavam cada esfera. Cada Filho, conectado à sua essência elemental, governava seu próprio reino:

Assunain, a Grande Mãe, era a mestra do Reino do Fogo, conhecido como Aurorain, a Cidade Dourada. Nesse reino de chamas e calor, cidades douradas se erguiam entre vulcões imponentes, e as chamas dançavam ao som da forja dos elementos.

Sil Gililiath, a Estrela Alva da Manhã, cuja essência era a Luz, governava o Reino da Luz, Sil alv'hain. Nesse reino de resplandecência celestial, palácios brancos flutuavam entre nuvens prateadas, irradiando uma luminosidade que alimentava a vida.

Kililiath, a Brisa da Manhã, era a mestra do Reino do Ar, Sistrarin, a Passagem dos Viajantes. Nesse reino etéreo, ventos suaves carregavam as melodias dos cantos da natureza, enquanto os seres alados exploravam os céus em busca de aventura.

Caliz, a Rocha, regia o Reino da Terra, Erenvir, a Floresta dos Cânticos. Lá, florestas majestosas, montanhas imponentes e vastos vales coexistiam em harmonia, abrigando a diversidade de seres que habitavam a terra.

Ulmir, o Vivo, era o governante do Reino da Água, Ulmarian, onde a fluidez e a vida fluíam como um rio constante. Rios, cachoeiras e lagos tranquilos abençoavam a terra com fertilidade e abundância.

Belthur, a Grande Noite, governava o Reino das Trevas, Oszartar´ak, a Forja Caliginosa. Nesse reino misterioso e sombrio, as profundezas das trevas abrigavam segredos antigos e poderes desconhecidos.

O Tempo fluía de maneira única em cada reino, levando consigo a história e a evolução de todas as coisas. A Vida e a Morte dançavam em um ciclo eterno, pois onde havia vida, a Morte sempre seguia, desempenhando seu papel fundamental no ciclo de renovação.

Enquanto os elementais exploravam e prosperavam, Sentimentos emergiram como uma força mágica e misteriosa, entrelaçando-se com a essência de cada ser. A alegria iluminava os campos douradas, a tristeza sussurrava nas brisas da manhã, a coragem ecoava nas montanhas e a empatia fluía nos rios da Água. Cada sentimento era uma energia sutil, mas poderosa, que conectava todas as criaturas de Magiandros.

Os Filhos de Artiskan, com sua conexão íntima com os elementos, sentiam como parte de sua própria existência, influenciando suas decisões e guiando seus papéis como mestres dos reinos. Essa interação complexa entre Elementos, Tempo, Vida, Morte e Sentimentos criava uma sinfonia única e eterna que ressoava por todo o universo que eles haviam forjado.

Assim, o mundo de Magiandros florescia, com suas múltiplas dimensões e reinos, cada um intrincadamente entrelaçado com os pilares fundamentais que o sustentavam: a ordem dos elementos, o fluxo do tempo, a jornada da vida e da morte, e a rica tapeçaria dos destinos.

A história se desdobrava, com os Filhos de Artiskan guiando e influenciando os caminhos do mundo que eles ajudaram a criar.

Na vastidão do Plano Físico, onde os rios serpenteavam pelas terras e vulcões rugiam com a fúria do fogo, Artiskan observava com olhos oniscientes. O silêncio reinava em meio a essa paisagem sem vida, onde o dia e a noite pareciam não seguir padrões claros. No entanto, em um momento de quietude entre um rio caudaloso e uma pedra robusta, algo extraordinário aconteceu.

Diante dos olhos de Artiskan, um elemental da água emergiu, pequeno e delicado como um punhado de gotas. Ele serpenteou até a pedra, e ao tocar sua superfície, a pedra se contorceu, evitando o toque frio da água que escorria por ela. Nesse encontro improvável, os dois elementais trocaram olhares e emitiram sons suaves, um diálogo sutil que logo atraiu a atenção de outro ser curioso.

Do céu sem nuvens, um elemental do ar desceu, dançando e girando como uma brisa travessa. Ele imitava os sons emitidos pelos outros dois elementais, formando uma sinfonia natural que ecoava pelo ambiente. Artiskan, testemunhando essa interação, percebeu que a vida tinha o potencial de florescer ali, em harmonia com essas criaturas elementais.

Movido por essa percepção, Artiskan trouxe pequenos fragmentos dos reinos de seus filhos para o Plano Físico, adicionando toques de cor e forma à paisagem. Os reinos da Terra, Água, Ar, Fogo, Luz e Trevas encontraram um eco nesse plano, completando e enriquecendo a vastidão silenciosa.

Nesse instante de conexão entre os elementos, algo surpreendente ocorreu. Uma única lágrima, brilhante e repleta de sentimentos, caiu do olho oniscientes de Artiskan. A gota de lágrima cintilante mergulhou nas águas do rio, transformando-se em uma cascata de cores. A essência de Artiskan, que brilhava com tons dourados outonais, desvaneceu-se em um espetáculo verdejante da primavera, irradiando vida e magia por toda parte.

Assim, a presença de Artiskan e seus filhos se entrelaçou com a própria essência de Magiandros, dando origem a um mundo vivo e em constante evolução. A interação entre os elementais e a dádiva da presença divina deram início a uma história que se desdobraria ao longo das eras, moldando cada reino e cada ser que habitava esse magnífico planeta.

Essa antiga lenda ecoa através das eras, lembrando a todos sobre a origem de Magiandros, a importância da harmonia e o poder da compreensão. Cada criatura, cada plano e cada suspiro da brisa carrega a herança dessa história, guiando o destino daqueles que caminham por suas terras mágicas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Panteão de M.F Parte I

         O Panteão de Pangaia e formados por 6 deuses primários baseados nos elementos; Fogo, Terra, Água, Ar, Luz e Sombras.
Cada Deus possui seus seguidores que verteram do poder das suas criações, alguns se assemelham com seus senhores em forma e pensamentos os outros apenas possuem uma semelhança rudimentar.

Os Primários

Sil Giliath - a estrela alva, senhor da Luz e da Ordem, o justo sobre a Justiça

Beltur - a grande Noite, Patrono do Caos, Flagelo do mundo, a Sombra

Kililiath - a donzela do Ar, Senhora dos cânticos, flecha certeira, Vento sereno

Caliz - a Mãe Terra, Arvore vivida, Semente mãe, Pilar da vida

Asunain - a chama sedutora, Espirito dançante, Esposa de Ort,

Ulgir - Senhor das águas, O cristalino, O que flui.

segunda-feira, 4 de março de 2013

O Segundo Ort e a queda de Maatu.

A Ascensão de No.

Todos viviam pelo bem da cidade, mas com o passar do tempo os conceitos tradicionais foram mudando, principalmente após a morte do Primeiro Ort, quando seu filho No se tornou o segundo Ort, muitos da antiga tribo dos Daraturi não o aceitaram como sucessor, pelos antigos o novo líder deveria lutar contra seus desafiantes e No não seguia as antigas tradições, No foi eleito Líder do povo por hereditariedade como era feito entre o povo Kanatuui, isso gerou o primeiro conflito entre a população, Huat a Chama Branca não tinha voz aos olhos dos antigos Daraturi e aqueles que seguiam as antigas tradições, em meio ao um conflito liderado por Maatu, filho mais novo do Primeiro Ort, Huat foi morto e jogado ao fogo junto com os outros Adoradores de Asunai, em seguida Maatu pegou seu irmão e levou ao mesmo fogo e disse: “ No, meu sangue, mas não é digno, seu sangue e ralo, fraco como Kanatuui”, No segurando no braço de seu irmão disse: “Que seja feita a vontade de nosso Ort e de nossa Asunai”
Maatu jogou seu irmão no fogo e virou ao povo que gritava e vibrava com sua vitória, quando as chamas atrás dele ficaram brancas e No saia do fogo e Maatu era consumido pelo fogo.
No disse ao povo, “Eu sou o segundo Ort, vim do fogo e sobrevivi ao meu Irmão, aquele que não quiser seguir o caminho do Ort e de Asunai nossa mãe poderá seguir seus caminho, mas deixará a cidade de Dara hoje”. Muitos se foram, mas a cidade de Dara ainda se tornou forte, No como o novo Ort guiou seu povo com sabedoria de um Kanatuui e a força de um Daraturi, muitos o consideravam como um deus imortal, mas ele mesmo dizia que Asunai assim quis e o protegeu. Todo ano naquele mesmo dia eles comemoraram o dia de Ort, o novo ano.

O dia de Ort
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O dia que tudo se renova, a partir do dia que No derrotou Maatu foi criado o primeiro ano, o Ano do Segundo, o costume e de se fazer uma grande fogueira no fim do ano e escrever seu desejo para renovar no próximo ano e joga-lo na fogueira, muitos dizem que quando a fogueira apaga e seu desejo fica intacto, ele se realizara.

domingo, 3 de março de 2013

Daraturi, a primeira grande tribo.

Um resumo do surgimento da primeira civilização Humana. 

Os Daraturi foram a primeira população de humanos registradas pela historia, sabe-se que essa primeira tribo de nômades se estabilizou ao norte de Êosforo e criou uma das primeiras civilizações humanas, ali desenvolveram a arte do plantio de Calda de Raposa (uma espécie de trigo avermelhado com cheiro muito doce) também costumavam travar batalhas com tribos locais para conquista de território e com o tempo alianças foram se formando, umas das tribos que se tem conhecimento de união foram os Kanatuui, eles foram responsáveis pela introdução de ritos mágicos na cultura dos Daraturi, os Kanatuui eram um povo avançado na escrita e magia, diferente dos seus vizinhos não eram um povo dedicado a guerra e sim em conhecimento, ao se juntarem aos Daraturi passaram seus conhecimentos para seu novo povo, o líder dos Kanatuui, conhecido como Huat a Chama Branca virou conselheiro direto do Ort Ancião dos Daraturi.
Com a “União” das Tribos a primeira cidade foi construída, Dara, seu símbolo eram uma raposa Vermelha.

sábado, 28 de agosto de 2010

As muralhas subterrâneas de Adris, ou Portão de Druidermak



Ali antigamente era o Reino Nasrin, mas Adris dominou todo reino dos Anões de Dudegar, por anos os escravizou para construir sua cidade em terra e sob ela, usavam o vulcão de Druidermak para forjar suas armas extraído minérios e seu calor para forjá-las, com o tempo os portões de Druidermark foram abandonados mas continua o mesmo, e guardado por pequenas tropas, o lugar já é mortal por si só então Adris não se preocupa com uma invasão a cidade por esse ponto, para um exercito invadir por essa região demoraria muito tempo e Adris conhece o lugar de uma forma mágica, ninguém sobreviveria a um ataque do seu exército ali.
Os túneis são muito abafados e com muitas armadilhas naturais, precipícios sem fim e habitantes perigosos, muitas das criações da deusa Asunain que foram distorcidas por Beltur existem nesta região, o lugar é temido pelo próprio povo de Adris.
Descrição:
Os Portões são de um material resistente como aço e tem a cor de chumbo, detalhes de crânios boiando em um rio que parece ser de magma, sem nenhuma abertura, anão ser na parte superior onde ficaria arqueiros para atacar que se aproximam, eles são abertos pela parte de dentro por uma alavanca criada pelos dudegar, onde cinco puxam uma corda amarada a alavanca enquanto outros cinco empurram a alavanca. Na parte de dentro há escadarias entalhada no metal que levam a parte superior do portão onde ficariam os arqueiros e a um túnel que passa na parte interna do portão que corre os dois lados.
Hoje os portões são guardados por dois ettin e um morto-vivo Lich, alguns mortos vivos estão no local mas simplesmente atacam qualquer um.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Resumo

Pangaia é uma reino abençoado por um Deus supremo conhecido pelos povos como Artiskan, ele deu a vida a seis seres que chamou de filhos, esses seres foram os Primeiros deus elementais de Pangaia, e juntos com seu pai deram forma e vida as Terras de Pangaia.
Mas enquanto o mundo era gerado nas sombras um ser corrompia as criações e distorcia para o seu desenho, para um futuro plano maligno.